Adaptando e crescendo com a energia Solar

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Adaptando e crescendo com a energia Solar
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Jornal do Rio Grande do Sul mostra as precauções a serem adotadas na instalação dos sistemas em imóveis antigos, além de falar sobre o potencial de crescimento existente nesse mercado.

 

O Jornal do Comércio do Rio Grande Sul divulgou uma matéria em sua edição do último dia 21, na qual falou sobre a aplicação da tecnologia fotovoltaica, como ela vem ganhando espaço no estado e país e os cuidados a serem tomados nas instalações em imóveis mais antigos. A reportagem começa mostrando como o aumento no uso da tecnologia no país está em destaque, principalmente em novos prédios, que já incluem a tecnologia no próprio projeto. O interesse nesses sistemas, no entanto, é geral e estes podem ser instalados também em imóveis mais antigos, desde que observadas certas questões de segurança.

Quem fala sobre esse assunto à reportagem é o instrutor técnico da Blue Sol Energia Solar, Ronilson di Souza. Ele salienta que, para instalação do conjunto de módulos fotovoltaicos em imóveis antigos, deve-se averiguar as condições da estrutura e madeiramento do telhado, de forma a confirmar se este irá aguentar o peso de cada módulo, tanto o estático/real (normalmente entre 20 quilos), como o dinâmico, quando potencializado pela ação do vento. Também é preciso projetar o sistema de forma a não alterar a fachada do imóvel. A matéria alerta que, caso não puder ser localizada a informação sobre o peso suportado por metro quadrado, fica sobre a responsabilidade de um técnico ou engenheiro calcular essa estimativa.

Souza também fala sobre o valor dos sistemas, com o preço do watt solar hoje em torno de R$10,00, ele estima o valor do sistema para uma residência que consome em média 300kWh/mês entre R$20 a R$30 mil. A matéria aponta para o forte crescimento que o país vem apresentando no número de micro e minigeradores movidos por fontes renováveis, em especial a solar fotovoltaica. Em agosto deste ano, segundo dados da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o número de conexões registrado era de 5.040, contra as 1.148 registradas em setembro de 2015. Deste total, os estados campeões são; Minas gerais (1.226), São Paulo (711) e Rio Grande do Sul (564). Este último apresentou um salto de mais de 5 vezes referentes a setembro, quando registrava 111 conexões, e do seu total atual, 555 dos geradores utilizam a fonte solar.

MUITO POTENCIAL

Porém, se considerarmos os telhados como pontos estratégicos para a instalação dos sistemas, existe ainda muito território a explorar no mercado do estado. Segundo dados levantados pelo IBGE, em 2010 eram 3 milhões de telhados no Rio Grande do Sul, com uma área média de 85 metros quadrados. A matéria cita que, para um maior aproveitamento do potencial da fonte solar, recomenda-se que o telhado seja voltado ao norte e sem obstáculos que atrapalhem na captação da luz, como árvores, os quais podem causar o sombreamento nos módulos.

Quando se trata da manutenção dos sistemas, Ronilson ressalta para a necessidade de limpeza dos módulos, que varia conforme o nível de poluição no local. Sua limpeza deve ser feita como a de vidros, através de jatos d’agua ou com a ajuda de uma vassoura de cerdas macias, evitando que se estrague a película hidrofóbica que recobre os módulos. Outro procedimento, que deve ser feito no mínimo duas vezes ao ano, é a contratação de um técnico para averiguar os componentes do sistema, se estão em boas condições e se os dispositivos de proteção estão funcionais.

Fonte de informaçãoJornal do Comércio RS

Nota: Como forma de agregar informação ao assunto abordado nessa reportagem, deixamos abaixo como sugestão dois vídeos da série “O Professor Responde”:

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