Energia Solar Residencial Vale a Pena? Conheça Todas as Informações + as 7 Razões Irrefutáveis Que Provam Que a Resposta é Sim

Energia Solar Residencial Vale a Pena? Conheça Todas as Informações + as 7 Razões Irrefutáveis Que Provam Que a Resposta é Sim
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A energia solar residencial vale a pena, pois pode suprir todo o consumo elétrico do consumidor, gerando uma economia de até 95% na conta de luz e ainda possibilitando a redução da conta de energia de outro estabelecimento de mesma titularidade por meio dos créditos energéticos.

O uso da energia solar residencial, assim como aquela gerada em (e para) estabelecimentos comerciais, indústrias e agronegócios, tem crescido de forma acentuada no Brasil nos últimos anos.

Os motivos para isso são muitos, porém o principal deles é a prometida economia de até 95% na conta de luz do consumidor, através do sistema de compensação de energia criado pelo setor.

No entanto, o real funcionamento desse sistema, assim como o da tecnologia fotovoltaica em si, ainda é desconhecido por grande parte dos consumidores brasileiros e, por isso, muitos se perguntam: a energia solar residencial vale a pena mesmo?

Nesse texto, irei explicar tudo sobre o funcionamento da energia solar para residências e do sistema regulatório criado para os consumidores que geram a própria energia.

Mostrarei, também, quatro casos reais de sucesso e ainda listarei as 7 razões que não deixarão dúvidas quanto a viabilidade da energia solar residencial.

Sistema De Energia Solar Para Residência e a Geração de Energia Solar Residencial

A luz do sol que chega até a terra todos os dias é uma fonte abundante de energia que pode ser captada e convertida por nós para gerar a energia elétrica que tanto precisamos hoje em dia.

Para isso, no entanto, é preciso fazer uso de equipamentos que convertem essa energia do sol em eletricidade, os quais compõem o que chamamos de sistemas solares fotovoltaicos.

Esses sistemas utilizam placas fotovoltaicas que captam e convertem a luz do sol em energia elétrica, a qual é enviada a um outro aparelho chamado inversor, que converte sua corrente contínua em corrente alternada, padrão utilizado mundialmente.

Essa energia, então, é direcionada ao quadro de luz da residência para ser distribuída e consumida normalmente. Confira, no vídeo abaixo, o funcionamento dos sistemas fotovoltaicos:

 

Como vemos, esses sistemas são conectados à rede elétrica, por isso são chamados de sistemas On-Grid ou Grid Tie. Existem também os sistemas isolados (Off Grid), porém muito mais caros e que exigem maior manutenção.

Dessa forma, nos sistemas On-Grid, se a energia gerada não for consumida na hora, ela será injetada na rede elétrica e emprestada à distribuidora local, gerando ao consumidor os seus créditos energéticos.

Estes, então, poderão ser usados pelo consumidor para abater do que ele consumiu da rede durante a noite ou em momentos de pouca luminosidade e, consequentemente, geração do sistema.

Os créditos de energia são fruto do sistema de compensação de energia elétrica, criado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) através das normas que criaram e regulamentam esse segmento de geração distribuída.

As Resoluções Normativas da Aneel e a Geração Distribuída no Brasil

Gerar a própria energia, embora algo relativamente novo no Brasil, há muito tempo já é uma realidade em expansão em outras partes do mundo, especialmente em países desenvolvidos, como a Alemanha.

Seguindo essa tendência mundial, em 2012 o governo do Brasil, por meio do seu órgão do setor elétrico, a Aneel, criou e regulamentou o segmento de mini e microgeração de energia elétrica.

Isso foi feito através da Resolução Normativa Nº 482, de 17 de abril daquele ano, que listou as diretrizes para o acesso desses geradores aos sistemas de distribuição de energia (rede elétrica).

No final de 2015, visando expandir o segmento e atender novas faixas de consumidores, a Aneel divulga uma nova resolução, a 687, de 24 de novembro, que modifica alguns dos termos da 482 e cria novas modalidades de geração.

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Legislação permite emprestar energia à rede e ser compensado com créditos.

Entre os principais pontos a se destacar dessas normas regulamentadoras, estão:

  • sistema de microgeração: potência instalada inferior ou igual a 75 kilowatts;
  • sistema de minigeração: potência superior a 75 kilowatts e menor ou igual a 3 megawatts (fonte hídrica) e a 5 megawatts (demais fontes);
  • fontes permitidas para geração: renováveis (hidráulica, Solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada);
  • Validade dos créditos energéticos: 60 meses / 5 anos.

Os créditos energéticos podem, ainda, ser usados pelo consumidor para abater do consumo de outras unidades consumidoras de sua titularidade, desde que estejam dentro da área de concessão da mesma distribuidora.

Esse sistema de compensação de energia foi também o que possibilitou a criação das três novas modalidades de geração, que agregaram mais economia aos consumidores e ajudaram a expandir o segmento no país. Elas são:

  • Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras: condomínios residenciais e/ou comerciais onde moradores se unem para instalar um sistema central, com os créditos gerados usados para abater do consumo de cada participante e/ou da área comum do condomínio.
  • Geração compartilhada: união de consumidores (CPF ou CNPJ), através de consórcio ou cooperativa, para instalação de sistema gerador em local terceiro daqueles onde estão as unidades que receberão os créditos energéticos, devendo todas estarem dentro da mesma área de concessão da distribuidora;
  • Autoconsumo remoto: consumidor (pessoa física ou jurídica) que instala sistema gerador em sua unidade consumidora e utiliza o excedente de créditos para abater o consumo de outras propriedades de mesma titularidade e dentro da mesma área de concessão da distribuidora. 

Clientes da Energia Solar

Tudo muito bonito na teoria, mas, para provar que a energia solar residencial vale a pena mesmo, é preciso perguntar àqueles que podem dizer com propriedade sobre a questão: os consumidores.

Reuni neste artigo os quatro casos mais emblemáticos de clientes da Blue Sol que já fazem uso da fotovoltaica em seu dia a dia, conheça as suas histórias e o que eles têm para falar sobre a tecnologia.

Rubens Serra – Dentista

  • Sistema de 3.24 kwp (kilowatt-pico) de potência;
  • 12 Módulos;
  • 1 Inversor;
  • Geração estimada de 429 kilowatt-hora (kWh) mensais e 5.147 kWh ao ano; 
  • Economia estimada para o primeiro ano de R$3.709,00.

Morador e dentista na cidade de Andradina, interior de São Paulo, Rubens Serra conheceu a energia fotovoltaica em uma viagem para a Alemanha a alguns anos atrás e, desde então, já havia decidido em apostar na tecnologia.

Isso porque, como ele explica, a geração de energia em nosso país sofre com a falta de planejamento que afeta tudo o mais e, por isso, depender da energia da rede, além da insegurança no fornecimento, acaba pesando no bolso.

Após enfrentar uma leve resistência da família no começo, hoje Rubens se orgulha de poder contribuir para o país ao mesmo tempo em que mostra, com alegria, a conta de luz para a família, vizinhos e amigos.   

E, além de gerar toda a energia que consome em sua casa, Rubens ainda usa o excedente em seu consultório.

 

Ademar Menezes – Empresário

Sistema Residencial:

  • 7.7 kWp de potência;
  • 28 Módulos;
  • 2 Inversores.

Sistema Comercial:

  • 23.65 kWp de potência;
  • 86 Módulos;
  • 2 Inversores.

Projeto completo:

  • Geração estimada de 3.719 kilowatt-hora (kWh) mensais e 44.634 kWh ao ano; 
  • Economia estimada para o primeiro ano de R$27.226,00.

Um absurdo! Essa é a opinião de Ademar Menezes, empresário e dono de duas pequenas empresas na cidade de Ribeirão Preto-SP, sobre o preço da energia elétrica em nosso país.

Afinal, diz ele, como que em um país como o Brasil, com tamanha abundância de vento e, principalmente, luz do sol, nós ainda ficamos quase que exclusivamente dependente apenas da fonte hídrica para gerar a nossa energia?

Ele sabe que essa situação, caso não mude, irá apenas se agravar, pois com o aquecimento global criando maior escassez de chuvas, daqui uns anos será impossível poder utilizar um ar condicionado para se aliviar do calor.

Após fazer as contas, Ademar confiou tanto na tecnologia que não quis perder mais tempo e já instalou o sistema tanto em sua casa quanto no seu comércio, e hoje economiza em tudo.

 

Simon Salama – Economista

  • Sistema de 6.5 kwp de potência;
  • 21 Módulos;
  • 1 Inversor.
  • Geração estimada de 788 kilowatt-hora (kWh) mensais; 
  • Economia estimada para o primeiro ano de R$7.845,00.

Morador na ensolarada Rio de Janeiro, Simon Salama reclama do calor exagerado que essa abundância de sol traz e, mais ainda, do valor absurdo pago com energia para dar conta de alimentar os aparelhos de ar-condiciona que o aliviam.

Tendo acabado de construir sua casa nova, equipada com 8 desses aparelhos, o economista sabia que algo devia ser feito para amenizar o impacto que isso ia causar na conta de luz, ou então a conta ia estourar.

Com a redução obtida já no primeiro mês, Simon agora se refresca a vontade, sabendo que o mesmo sol que traz o calor, também está trazendo a sua economia no final do mês.  

Afinal, quem melhor que um economista para dizer se os números batem ou não na aquisição de um sistema de energia solar.

 

Henrique Carvalho e Leonice Alves – Administrador e Arquiteta

  • Sistema de 10.07 kwp de potência;
  • 38 Módulos;
  • 1 Inversor.
  • Geração estimada de 1.173 kilowatt-hora (kWh) mensais; 
  • Economia estimada para o primeiro ano de R$9.850,00.

Muitas pessoas ”sobem na vida”, ganham mais dinheiro, e na primeira oportunidade, aumentam também seus gastos.

Automaticamente, não só aumentam o número de problemas, mas como o tamanho deles.

O caso de Henrique Rodrigues e Leonice Alves é exatamente o oposto disso: acesso a muito mais conforto e com muito menos custo.

Para esse casal de Alphaville, energia solar agora significa manter o seu conforto sem ter que gastar absurdos com a conta de luz.

 

As 7 razões Indiscutíveis Porque a Energia Solar Residencial vale a Pena

Podemos ver, pelos depoimentos dos quatro clientes acima, que o investimento em um sistema de energia solar residencial vale a pena, e muito!

Agora, darei outras 7 razões irrefutáveis que provam a viabilidade da instalação de um sistema de energia solar como forma de geração elétrica. 

#1 – Rápido Retorno do Investimento (ROI)

Instalar um sistema de energia solar residencial, diferente da aquisição de uma TV nova ou até mesmo da compra de um carro, é um investimento pois, desde que ele começa a gerar energia, você passa a obter um retorno do dinheiro gasto, que é a economia na conta de luz.

Vários fatores são estudados hora de se calcular o retorno do investimento sobre o sistema fotovoltaico (também conhecido como payback), como a tarifa da distribuidora, a inflação energética e até mesmo o tamanho do sistema.

No entanto, o payback médio de um sistema de energia solar residencial, hoje, é de 4 a 7 anos, algo extremamente atraente quando levamos em consideração a vida útil do sistema, que é o nosso item dois. Saiba mais aqui.

#2 – Longa Vida Útil da Tecnologia

Embora sejam instaladas sobre os telhados e fiquem expostas todos os dias sobre o sol e chuva, as placas fotovoltaicas (corretamente conhecidas como módulos fotovoltaicos) possuem uma vida útil acima de 25 anos.

Além disso, a maiorias dos fabricantes garantem, até esse prazo, uma eficiência de no mínimo 80% em relação a original, ou seja, um módulo, até o 25º ano de vida, irá gerar pelo menos 80% da quantidade de energia que gerava no começo.

O inversor, que é o outro grande equipamento do sistema, possui vida útil de no mínimo 15 anos, podendo esta ser maior se o sistema receber as manutenções necessárias, item 3 dessa lista.

#3 – Pouca Manutenção

Comparando novamente com a aquisição de um carro, que exige uma manutenção periódica de 3 em 3 meses, os sistemas fotovoltaicos, embora estejam lá, funcionando e gerando energia 12 horas por dia, necessitam de uma manutenção muito baixa.

A principal delas, e que pode ser feita pelo próprio consumidor, é a limpeza dos módulos, mas isso só no caso deles estarem muito sujos, o que não é frequente visto que eles possuem uma película antiaderente que previne o acúmulo de sujeira.

No caso da poeira, a própria água da chuva se encarrega de levar embora, porém, em caso de poluição ou excremento de pássaros, a limpeza é simples e necessita apenas de um jato d’água e uma vassoura de cerdas macias. Assista ao vídeo para mais informações:

Fora essa manutenção de limpeza dos módulos, a manutenção elétrica do sistema é também necessária, porém com bom menos frequência, apenas uma vez ao ano, e que garantem a otimização da geração do sistema.

#4 – Resistência a Intempéries

Além de pouca manutenção, o consumidor que instala um sistema pode ficar tranquilo quanto a frequentes reparos necessários.

Isso porque os sistemas, exatamente por necessitarem estar expostos sobre o céu aberto (placas) e serem elétricos, tem seus equipamentos fabricados com todas as mais resistentes proteções contra surtos.

As placas, por estarem mais vulneráveis, possuem tamanha resistência que aguentam impactos de grandes bolas de granizo, tudo para garantir que estejam funcionando durante a sua longa vida útil. 

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Um medo comum entre os clientes da solar, os raios pouco ameaçam a tecnologia.

#5 – Rápida Instalação

Ok, você ficou fascinado por todas essas vantagens, teve a certeza de que a energia solar residencial vale a pena e decidiu que, assim como milhares de brasileiros, também quer se tornar o gerador da sua própria energia.

Mas, demora para fazer a instalação? Você pode se perguntar. A resposta curta é: não. À parte de alguma complicação, o prazo médio das instalações residenciais são de 2 a 3 dias.

Desde a visita inicial à empresa de energia solar até ter o sistema instalado, são 8 simples passos que o consumidor leva para se tornar um “prosumidor”, como são conhecidos aqueles que produzem a sua energia.

#6 – Geração Silenciosa

Preocupado com barulhos ou ruídos vindos do telhado e tirando a sua paz? Que nada! A geração de energia pela tecnologia solar fotovoltaica é totalmente silenciosa.

Isso porque ela utiliza um processo fotoquímico, e não mecânico, para gerar energia elétrica, chamado de efeito fotovoltaico e que ocorre silenciosamente dentro de cada uma das células que compõem o módulo.

Portanto, fique tranquilo, pois você poderá tirar aquele cochilo da tarde gostoso no final de semana, ligar seu ar condicionado ou ventilador com a certeza de que não terá altas contas de luz no final do mês.

#7 – Imunidade Contra a Inflação Energética   

Por último, o melhor. Instalar um sistema fotovoltaico, além de um investimento com alto retorno, é ficar protegido contra a inflação energética que assombra o bolso dos brasileiros.

Devido ao fato de como está estruturado o setor elétrico do Brasil, fora os acontecimentos recentes que criaram dívidas a serem pagas por nós, consumidores, o preço da energia continuará subindo.

Mais um mês de bandeira vermelha? Pouco importa para quem gera a própria energia diretamente do seu telhado. Esse é o poder libertador que a energia solar entrega a você. 

Analista de Marketing
Redator e Tradutor