Momento da Transição: Porque Agora é a Hora de Apostar na Geração Própria de Energia pela Solar Fotovoltaica?

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Momento da Transição: Porque Agora é a Hora de Apostar na Geração Própria de Energia pela Solar Fotovoltaica?
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Em frente a um cenário de contínua inflação energética, optar por instalar um sistema de energia solar fotovoltaico e começar a gerar a própria energia, hoje, se mostra como uma opção econômica, segura e cada vez mais acessível.

O cenário é desanimador para os mais de 70 milhões de consumidores de energia elétrica do Brasil, se por um lado a economia do país deve apresentar crescimento este ano, por outro isto irá demandar um maior consumo de energia elétrica.

Em um setor elétrico estável, isso não seria problema algum, porém com o atual cenário dos principais reservatórios do país, esse crescimento implica na grande possibilidade de novos aumentos nos preços da energia elétrica para os consumidores.

Enquanto isso, o sol que banha nosso país todos os dias segue lá, “firme no céu”, enviando a sua luz que carrega dentro dela uma fonte de energia limpa, abundando e segura.

E, para mais de 20 mil consumidores brasileiros que fazem parte do segmento de mini e microgeração distribuída, essa energia do sol já é uma realidade no seu consumo elétrico diário,  por meio do uso da tecnologia fotovoltaica que se espalha pelo país.

Nessa tecnologia, são utilizadas placas fotovoltaicas para captar a luz do sol, que ficam instaladas sob o telhado e que a convertem em energia elétrica por meio do efeito fotovoltaico em suas células.

Um outro equipamento, chamado inversor interativo, converte essa energia para as características padrões e a envia para o quadro de luz.

Como esses sistemas são conectados à rede da distribuidora, a energia gerada e não consumida é injetada na rede e emprestada para a distribuidora. 

Desde 2012, com as regras da geração distribuída criadas pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) em sua Resolução Normativa 482, essa energia injetada passa a gerar créditos energéticos que são utilizados pelo consumidor para abater do que consumiu da rede em sua propriedade ou em outra propriedade de sua titularidade.

Dessa forma, o consumidor que instala um sistema em sua casa ou empresa pode reduzir o valor da sua conta de luz em até 95%.

Somente no ano passado, foram mais 10 mil novas instalações, com a maioria esmagadora delas sendo feitas nas casas dos brasileiros, representando um novo crescimento do setor acima dos 300%. 

Porém, se economizar é um desejo de todos, qual o motivo que tem levado a um aumento cada vez maior no número de sistemas instalados no Brasil? A resposta é: queda dos preços.

Junto com a expansão da tecnologia no Brasil, resultado não só das instalações dentro do segmento de geração distribuída, mas também das usinas solares que crescem no país, os preços dos equipamentos apresentam quedas anuais contínuas.

No ano passado a fotovoltaica teve uma depreciação de 24% nos preços de seus equipamentos, enquanto que a mão de obra dos serviços de instalação das empresas apresentou queda de 36%.

Aliado aos preços mais baixos, as linhas de financiamento também têm se destacado como outro incentivo para os consumidores, pois em muitos casos a economia obtida na conta de luz pode cobrir o valor da parcela.

A tudo isso somam-se ainda os incentivos do governo que beneficiam esse “prosumidores” com isenção de impostos sobre a energia gerada.

Com uma enorme disponibilidade da fonte, um setor regulado, incentivos do governo, facilidades para aquisição e preços em queda, o momento de “quebrar as correntes” e começar a economizar na conta de luz, mais do que nunca, é agora!

 

Analista de Marketing
Redator e Tradutor

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